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Borboletário
O borboletário do SESC Pantanal é dedicado a quem queira conhecer os segredos e encantos das borboletas. Nele foi recriado o ambiente natural desses insetos, estimulando nos visitantes reflexões e descobertas. É um espaço contemplativo e mágico, onde as borboletas vivem em harmonia com as plantas e as pessoas.
 
A criação em cativeiro de borboletas é uma atividade legal. Serve para programas de reintrodução de espécies após a restauração do seu ambiente.
 
O SESC Pantanal mantém parceria com a ACBP – Associação de Criadores de Borboletas de Poconé, formada por 27 famílias poconeanas. Esta parceria permite o abastecimento e a diversificação de espécies no Borboletário.
 
 
 
 
 Os associados recebem os ovos coletados no Borboletário que são incubados e têm suas lagartas criadas na própria residência. As crisálidas conseguidas na criação são repassadas ao Borboletário do SESC Pantanal.
 
As famílias da ACBP adquirem com esta parceria uma fonte suplementar de renda, nova ocupação e aumento do nível de informação e respeito à natureza. A parceria com a ACBP integra o elenco de projetos de desenvolvimento sustentável que o SESC Pantanal realiza em prol das populações situadas no entorno da RPPN SESC Pantanal
 
Como funciona o Borboletário?
 
O Borboletário é composto de um viveiro de visitação, um laboratório para criação de larvas, um criadouro (ou berçário), um horto para a criação de plantas e um jardim de atração de borboletas.  
 
 
A grande atração do complexo é o viveiro de visitação, uma estrutura em forma circular e hemisférica, com 300 metros quadrados e nove metros de altura, protegida por uma tela especial. Lá dentro, num jardim com cascata e bancos de praça, o visitante poderá apreciar até 1500 borboletas de várias espécies.
 
Os ovos são coletados no interior do Borboletário, levados ao laboratório e separados em caixas plásticas individualizadas. Após o terceiro dia eclode uma lagarta de aproximadamente 5cm. Após a última mudança de pele, ela se pendura na caixa e se transforma em crisálida. Ao emergir a borboleta ela é liberada no interior do Borboletário, para desenvolver seu ciclo de vida.
 
Laboratório: local onde são mantidas as formas juvenis das borboletas – ovos, lagartas e pupas. Lá elas são alimentadas e protegidas até o nascimento.
 
Viveiros de plantas: com várias espécies que servem de alimento às lagartas e borboletas, servindo também de ornamento. São produzidas em viveiro especial, com área de 1.000 m².
 
Viveiro de visitação: tem área de 300m² e 9 metros de altura, abriga cerca de 3.000 borboletas. O número de espécies varia de 20 a 30, de acordo com a estação do ano.
 
Cuidando de borboletas: a criação de espécies em cativeiro exige cuidados especiais. No Borboletário ficam os ovos, as lagartas e as pupas. Os ovos coletados no viveiro são levados ao laboratório, onde permanecem até que eclodam as larvas. A maior parte das larvas é criada em grandes caixas plásticas até se transformarem em crisálidas e nascerem às borboletas.